O Brasil envelhece rápido: o Censo 2022 contou 22,2 milhões de pessoas com 65 anos ou mais, 10,9% da população e quase o dobro da proporção de 2010.
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022
Bandeira · Cuidar de quem cuida, de quem já cuidou
Quem carregou a história nas costas não pode terminar a vida carregando abandono. O idoso não é lembrança de data comemorativa: é prioridade constitucional, com nome, memória e pressa, porque a velhice não espera regulamentação.
Cuidar de quem cuida, de quem já cuidou: esta bandeira nasceu dentro de casa. Estelita pausou a própria trajetória por cerca de dez anos para cuidar dos pais, e sabe o que isso custa de corpo, de tempo, de renda e de saúde emocional. É o que os números não mostram: o cuidador adoece em silêncio, e a família que cuida também precisa ser cuidada.
O Brasil envelhece rápido: o Censo 2022 contou 22,2 milhões de pessoas com 65 anos ou mais, 10,9% da população e quase o dobro da proporção de 2010.
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022
O Estatuto da Pessoa Idosa garante prioridade em atendimentos, gratuidade no transporte coletivo urbano a partir dos 65 anos e proteção integral contra negligência e violência.
Fonte: Lei 10.741/2003 (planalto.gov.br)
Desde dezembro de 2024 o país tem uma Política Nacional de Cuidados, que reconhece o cuidado como direito de quem recebe e de quem oferece, com responsabilidade partilhada entre Estado, famílias, setor privado e sociedade civil.
Fonte: Lei 15.069/2024 (planalto.gov.br)
O Disque 100 recebe denúncias de violação de direitos da pessoa idosa, 24 horas, de graça e com sigilo. Em situação de emergência, 190.
Convivência é saúde. Pergunte à Secretaria de Assistência Social do seu município quantos centros-dia e grupos de convivência existem e onde fica o mais próximo.
Se você conhece um cuidador familiar, ofereça uma tarde de descanso. E cobre do poder público programas de apoio, orientação e respiro para cuidadores.
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